A coleira do cão



Flores Artificiales Sucias En Un Florero De Falso Cristal.Muebles Viejos Arruinados Ni Siquiera Un Libro A La Vista Ropa Descolorida El Ni O Descalzo Hubo Un Momento En El Que La Tristeza De Las Cosas Fue Mayor Que El Dolor De Las Personas Caray Doctor, Hasta Parece Que Nunca Hab A Entrado A La Casa De Un Pobre Ya Hab A Entrado, Pero Mis Ojos No Saben Ver.A coleira do cão

He is an important brazilian writer novelist, short story writer and screenwriter , born in Juiz de Fora, state of Minas Gerais, but he lived for most of his life in Rio de Janeiro In 1952, he started his career in the police and became a policy commissioner Even though, he refuses to do interviews and is a very reclusive person, much like Thomas Pynchon, who is a personal friend of Fonseca.His

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  • Paperback
  • 207 pages
  • A coleira do cão
  • Rubem Fonseca
  • Portuguese
  • 11 January 2018
  • 9788571641884

10 thoughts on “A coleira do cão

  1. says:

    Livro surpreendente, d forma a v rios tipos de mal estar espec ficos dessa sociedade urbana brasileira, que conseguimos reconhecer mas dif cil nomear Belo trabalho em captar essas dores subjetivas e a l gica dos ambientes que esses personagens habitam.O melhor conto o primeiro, A for a humana view spoiler Esse garoto cuidado de dia pelo dono de uma academia de muscula o na esperan a de ganhar um pr mio de halterofilismo que fa a a fama da academia E cuidado de noite por uma garota de programa Ambos o sustentam, ambos se relacionam com ele com a media o de seu corpo Mas o que ele realmente anseia est na rua, na comunh o de pessoas compartilhando a m sica que vem de uma loja Quando ele v perto da loja um homem, negro maltrapilho, fazendo uma apresenta o de dan a e depois passando a cuia por uns tocados, ele fica embasbacado Impressionado com o corpo deste homem, Waterloo, ele o convida para a academia Tem um impulso de comunh o, de comunidade Mas est dentro da l gica individualista de competi o e acaba perdendo sua posi o Perde seu pesudo pai e depois at sua pesudo m e V se sozinho com o mesmo anseio por espa o p blico, pelo coletivo, por la os comunit rios Alguns outros contos questionam a moralidade do classe m dia, seja pelo homem casado com meios de sustentar uma amante, seja pelo adolescente que percorre a cidade atr s da transa ideal, ou o filho do dono da padaria que foge de casa para se casar com uma mo a negra o que n o aceito pela fam lia que se acha descendentes ...

  2. says:

    Os contos me surpreenderam bastante Tirando A Coleira do C o em si que tamb m maravilhoso, apesar de destoar um pouco do resto do livro , s o bem diferente das hist rias de crime e viol ncia que eu conhecia do Rubem Fonseca S o hist rias mais de amor, com um toque meio desesperan ado, que conseguem ser interessantes e at tocantes, apesar de serem um pouco repetitivas, todas sobre o mesmo universo masculino, e muitas vezes machista.A atualidade de alguns dos contos tamb m chamou a minha ate...

  3. says:

    Segundo livro de Rubem Fonseca, de 1965, apresenta nos uma colect nea de contos muito interessante e bem diferente dos policiais negros que se lhe seguiram Esta edi o inclui no final uma resenha da recep o do livro pela cr tica liter ria data Rubem Fonseca de facto surpreendente.

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